A Rosa dos Ventos

30,00$

“Ao ler A ROSA DOS VENTOS, na verdade, você, leitor(a), vai auscultar o som das palavras reverberado pela citada obra em suas elucubrações, em seus momentos talvez de perplexidade, risos, saudades, amores, raivas, em que a literatura, começando despretensiosa, vai se aprofundando e perpassando tanto caminhos que você, só você, terá a sensação e o prazer de degustar. 
(…)
Ler por ler vai ser difícil, caro leitor, pois o vocabulário rico e de palavras diversas vai lhe prender “num piscar de olhos”, fazendo com que a curiosidade de buscar mais e mais seja uma das viagens e deleites, e quando menos se espera o livro já foi devorado e você se pergunta: Já?
(…)
E depois de ouvir A ROSA DOS VENTOS em palavras e emoções, caro leitor, eu, igual a você em carne e osso, posso franquear que ficaremos felizes em saber que somos singulares, irrepetíveis, nas emoções vivenciadas, mas com a certeza de que sairemos bem mais nutridos de palavras dentro de uma forma e de um prisma bem mais eloquentes e provocantes, ao fecharmos a última página e abrirmos a janela para o mundo.” 

Juras de Poesia Eterna

39,90$

A perspectiva de ser feliz, do amor e da alegria 
Um matiz vívido em seu véu de luz alvinitente
Repaginando cada capítulo de minha vida
Com histórias de ternura e fulgor eloquentes 

O amargor do júbilo e o sabor do pranto 
A paradoxal completude da solidão
O sorriso puro e o olhar cândido
A impostura cúmplice da emoção
A chama ardente e visceral da paixão

Não consigo despertar dos sonhos 
Tampouco adormecer a realidade
Sem o pulsar da verdade e coragem
Que me unem e me confundem a você
Que me salvam da asfixia do querer…

Urbanos

39,90$

ESPECTROS

A violência multifária como causa e como efeito
O custo do poder no mal perpetrado a sangue-frio
Amargos remorsos sorvidos à luz do dia, sem pejo 
As maldades atuais fariam Allan Poe perder o brio
A uma linguagem brutal somos perenemente sujeitos

Mergulhados no excesso de normalidade
Insensíveis ficamos a tantas desigualdades
Lágrimas turvas poluem os tugúrios das cidades
Moribundos exânimes perambulam por toda parte

A multidão das telas é de um brilho magnetizante
Desvia-nos o olhar da névoa que paira no horizonte
Taças a esmo brandem e brindam momentos liquefeitos
Êxtase efêmero, depois o vazio se abre voraz no peito

Migrantes em busca de saúde, paz, dignidade e emprego
São enxovalhados, renegados e agredidos no mundo inteiro
O desafio terrível e desumano de quem procura ser aceito
De aprender novas línguas, culturas, de obter o pertencimento

No racismo, xenofobia, misoginia e homofobia, repousa a idiotia
Árdua é a batalha encampada em prol da plenitude da cidadania
Esbulhos psíquicos, sociais, morais, identitários, uma absurda vilania
Somos espectros, porque invisíveis ou invisibilizados, eis a nossa sina