Arte de ser e viver

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            Por vezes, as situações e as pessoas, que aceitamos e consideramos como positivas, em determinado momento da vida, tornam-se, por um motivo ou outro, negativas para nossa percepção atual. Isso acontece porque, de acordo com nossas crenças, já não podemos enquadrá-las na realidade do que julgamos positivo para nossa existência. Isso é uma atitude comum e enraizada na história comportamental da humanidade.

           Nem tudo que acontece na vida pode ser considerado apenas positivo ou negativo. Existe um terceiro eixo; o eixo da neutralidade; O portal para autorrealização e bem-estar, a chave para resolução dos desafios da vida e o ponto de partida para o processo de evolução pessoal e espiritual. Tudo oque existe neste mundo foi criado por meio de frequências vibracionais do som e da luz a partir do eixo da neutralidade. Tais frequências tambémconhecidas como energia ou ondas eletromagnéticas criam e recriam tudo que existe. Somos e fazemos parte desse todo.

Crack o inferno da pedra

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Nem sempre foi assim! Minha vida nas drogas, iniciou-se tarde. Aos vinte anos de idade. Até então, eu era o garoto prodígio, mimado pela família. Em especial pela minha avó paterna “Dona Filó”, quem me criou desde criança.

Comecei a trabalhar cedo, aos quatorze anos. Num Projeto da Caixa Econômica Federal, onde trabalhei até os dezoito anos. Conquistei muita coisa que todo homem que chega aos dezoito anos sonha em conquistar.

Terminei o segundo grau. Fui para faculdade de enfermagem. Tirei carteira de habilitação, comprei um Chevette 1986.(“novinho”). Era usado, mas estava muito bem conservado. Dava aulas de capoeira em três escolas de Planaltina/DF.

Tinha uma linda namorada, gostava de viajar e conhecer pessoas novas. Em seguida criamos um grupo de pagode. “EU, VOCÊ E O SAMBA”. Fazia parte também de um grupo jovem da Igrejinha de São Sebastião, em Planaltina/DF, até que, para minha infelicidade, disfarçada de diversão e alegria, comecei a consumir o álcool, daí mais tarde veio o cigarro, a maconha, a cocaína e mais recentemente o crack. Há mais ou menos uns dez anos, minha vida se tornou “O INFERNO DA PEDRA”.