100 Pensamentos

29,90$

Pensamento Nº 82
“A razão só é maior do que a fé no número de sílabas.”
César B.
Em um mundo em que tudo acontece muito rápido, somos tentados a agir pela razão, que comprova, explica o visível, organiza, porém desorganiza. Por mudar a cada estação, essa instabilidade algumas vezes nos tira o chão, pois quem vive só de razão pode perder a razão para continuar. Enquanto a fé, palavra pequena e singela, como dois grãos de areia, vai muito além… Fé é a esperança que se revela no tentar outra vez a cada amanhecer, é sentir a luz que incendeia a união, é a humildade para os nossos dias; a fé não supõe, torna possível. O caminho da fé nem sempre será o mais fácil, pois requer decisão. Porém é um caminho de boas novas possibilidades, porque onde houver confiança, haverá a própria fé em ação.

A caneta mágica

30,00$

Meu sonho era ser escritor. Tudo à minha volta parecia tema para algum tipo de texto e suscitava o desejo de escrever. Sempre tive dificuldade em me expressar oralmente, falar diretamente com as pessoas era muito complicado. Não era tímido; decerto que era até um pouco falante, mas tinha dificuldade em me expressar, sobretudo quando o assunto era importante ou sério. […]

Mas gostar de escrever não quer dizer saber escrever. Todavia, disso eu ainda não sabia; na minha cândida adolescência, eu não sabia que não sabia escrever. Eu sonhava em escrever um livro que contasse a história de vida de um colega do jardim de infância, amigo de tempos imemoráveis. E eu queria escrever uma obra-prima; e eu ingenuamente pensava que a vida dele poderia ser um bom tema. Meu sonho era escrever coisas maravilhosas, como as que escreveram Guimarães Rosa, Machado de Assis, Carlos Drummond e muitos outros escritores, brasileiros ou não. 
 

A gotinha Azul

35,90$

FICOU CURIOSA A GOTINHA,
POIS O MAR ELA QUERIA.

FOI ENTÃO QUE, NA BRISA QUENTE E ÚMIDA,
NO MAR ELA CHEGOU.

NUMA TARDE DE OUTONO, A GOTINHA SE AQUIETOU.
FICOU TÃO FELIZ, QUE NO MAR RECOMEÇOU!

As Aventuras do Coelhinho e o Ovo

25,00$

Ele sempre aparece Num domingo de calendário! Mas não é bem a sua data de aniversário. 

Porém em março ou em abril, vem nos presentear.

Qual o nome desse coelhinho? Tente adivinhar…

Carolina

29,90$

O que vai fazer realmente a diferença na vida das pessoas com deficiência é darmos
oportunidades a elas. Aprendermos juntos o que elas podem nos ensinar. Cada um
aprende no seu tempo e elas vão precisar um pouco a mais de tempo, apenas isso, por que
apresentam um atraso intelectual. Isso não impede de aprenderem e se desenvolverem.
As condições do aprendizado serão melhores, muito melhores, se as pessoas com deficiência forem respeitadas pela sua condição e conviverem com outras pessoas, com todas as condições, se forem incluídas na sociedade, de verdade, em todos os espaços. No mais, só o carinho e o amor vão dizer!!!! Fácil né? Sinta-se convidado a experimentar…

Ao folhear esse livro com suas belas ilustrações, você terá uma ideia e poderá sentir um pouco, como é conviver com uma pessoa com Síndrome de Down. A imagem que acompanha a leitura é o complemento. Após essa etapa, é só estarmos onde o livro será apresentado, nas rodas de conversa e onde mais for possível, vivenciando mais com as pessoas com deficiência e só assim, será possível descobrir a beleza da diversidade. A inclusão será uma realidade!!!

Educação física, esportes e lazer em perspectiva sociocultural e inclusiva

45,90$

A coletânea Educação Física, Esportes e Lazer em Perspectiva Sociocultural e Inclusiva, agora no Volume 2, é uma iniciativa que nasce do conhecimento e vontade política para se discutir a Educação Física em sua ótica sociocultural. 
O seu leitmotiv está em aproximar e articular o conhecimento entre o campo científico dos programas de pós-graduação e o campo de intervenção pedagógica, tendo em vista os desafios que se colocam no reconhecido jogo de forças político-epistemológico que não tem contemplado a diversidade da área. 
 

Educação física, esportes e lazer em perspectiva sociocultural e inclusiva

45,90$

São obras como esta, que nossos colegas nos apresentam, que temos que prestigiar e valorizar, porque tratam de pesquisas de profissionais inseridos, comprometidos e por que não dizer, apaixonados pelas mais diferentes formas de intervenção que nossa Educação Física nos possibilita no contexto histórico-social.
Vejo excelentes perspectivas nas publicações desta natureza para o futuro do desenvolvimento científico e pedagógico da Educação Física no País e recomendo a sua leitura por todos os profissionais da área, bem como dos próximos livros desta coletânea que deverão vir em breve. Fico muito grato por esta singela participação.  
 
Elenor Kunz, do prefácio.

Lápis cor de pele

29,00$

Camila e Juliana são grandes amigas, quando as duas tinham seis anos, moravam próximas e já estudavam juntas há dois anos.
Numa sexta-feira a professora passou um dever de casa que as deixou muito felizes. Era para desenharem-se ao lado dos melhores amigos e das melhores amigas e pintarem-se de acordo com a cor de suas peles.

Como eram dedicadas, ao chegar em casa foram logo fazer o dever. Assim que terminaram, na hora de pintar, as duas perguntaram para suas mães:
– Mãe, de que cor é o lápis cor de pele?
– Marrom! Respondeu a mãe de Camila.
– Rosa claro! Disse a mãe de Juliana.
Nesse momento surgiu uma dúvida na cabeça delas.
Camila e Juliana pensaram juntas: “Alguém pintou minha amiga com a cor errada”.

Migalhas

35,90$

No mesmo espelho, eu renasci.
Pude chorar, também sorrir.
E já não penso em me calar.
Agora, um Rap eu sei cantar…!

O bicho

35,90$

Francisco de Assis traz na alma a magia que encanta pessoas e sobretudo as crianças, com as quais consegue manter a mesma linguagem fantástica do sonho, da infância eterna que nos torna pessoas capazes de enxergar o belo, a essência e a cor do amor nas cenas cotidianas da vida que teimam em continuar existindo, com o brilho da luz que a cada dia nos acorda e a negritude da noite que nos acolhe nos braços e nos faz dormir.

Tiarinha Vermelha e o povo mau

29,00$

Tiarinha gostava mais da cor vermelha, porque ela sempre foi batalhadora e lutava contra qualquer tipo de discriminação. Era uma guerreira atual, que não usa armas para se defender; mas, de maneira inteligente, usa as palavras para convencer as pessoas a não serem preconceituosas.

Sempre que ia à casa da avó, algumas pessoas preconceituosas ficavam lhe fazendo perguntas desnecessárias. Ela dizia para a sua avó que era o povo mau que vivia escondido em suas casas, provocando-a. O povo mau não tinha coragem de falar olhando nos olhos dela; então, faziam provocações de dentro de suas casas mesmo.

[…] 

Ela, com menos paciência ainda, respondeu: 
— Essa língua grande é para defender o meu povo que foi arrancado do continente africano para trabalhar forçadamente aqui no Brasil, construir a riqueza dessa nação e hoje tem que conviver com pessoas racistas que não percebem que atitudes preconceituosas destroem vidas, não só de quem é discriminado, mas de quem discrimina também. O Brasil só será um país rico realmente quando aprender a respeitar seu povo negro e indígena!